VI Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação da UNEB
Programação sujeita a alterações.
Dia 25/10/2011
Credenciamento
Local :Auditório Inicio às 17:30 e término às 18:00
Abertura Oficial do Evento
Palestrante : Palavra do Reitor - Prof. Lourisvaldo Valentim da Silva
Local :Ginásio de Esportes Inicio às 18:15 e término às 18:35
Palavra do Pró-Reitor de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG)
Palestrante : Prof. Dr. José Cláudio Rocha (UNEB)
Local :Ginásio de Esportes Inicio às 18:40 e término às 18:50
Conferência de Abertura : Desenvolvimento de pós-gradução no Brasil: Tendências, Desafios e Oportunidades.
Palestrante : Prof. Dr. Robert Verhine - Pró-Reitor de Pós Graduação (UFBA)
Local :Auditório Inicio às 18:50 e término às 19:50
Coquetel de Abertura
Local :Ginásio de Esportes Inicio às 20:00 e término às 22:00
Dia 26/10/2011
RENORBIO
Palestrante : Dr. Roberto Meyer (UFBA)
Mediador : Prof.ª Dr.ª Marluce da Guarda Souza (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 08:30 e término às 09:30
Café com prosa.
Local :Auditório Inicio às 10:00 e término às 10:15
Agências de Fomento e Financiamento da Pesquisa
Palestrante : Representantes da FAPESB, FINEP, CNPQ e CAPES
Mediador : Prof. Dr.José Claudio Rocha - (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 10:30 e término às 11:30
A Pesquisa em Rede no Mundo das Tecnologias da Informação e Comunicação
Palestrante : Prof.ª Drª Tania Hetkowski - (UNEB)
Mediador : Prof. Dr. Leandro Coelho - (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 14:15 e término às 15:15
Café com prosa.
Local :Auditório Inicio às 15:30 e término às 16:00
Elaboração de Projetos
Palestrante : Prof.ª Drª Leliana Sousa - (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Conteúdos Digitais
Palestrante : Prof. Dr Alfredo Matta - (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Gestão de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu
Palestrante : Prof.ª Drª Nadia Fialho - (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Estratégias para publicação e divulgação científica nos suportes: Livro e Periódico
Palestrante : Prof.ª MSc Naddjja Bittencourt e Prof. Ricardo Baroud (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Tecnologias Sociais para o desenvolvimento local
Palestrante : Gerson José da Silva Guimarães (Representante do ITS)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Dia 27/10/2011
As Políticas de CT&I: ações em prol da pesquisa e do desenvolvimento
Palestrante : Prof. Dr. Renato Dagnino (UNICAMP)
Mediador : Prof. Dr. Diego Gervásio Frias (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 08:30 e término às 09:30
Café com prosa.
Local :Auditório Inicio às 10:00 e término às 10:15
Pesquisa, Pós-Graduação e Educação Básica: educando em rede
Palestrante : Prof. Dr. Wilson Roberto de Mattos (UNEB) e a Prof.ª MSc Amélia Tereza Santa Rosa Maraux - Superintendente de Educação Básica da SEC
Mediador : Profª. Drª. Jaci Menezes (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 10:30 e término às 11:30
As estratégias das IES da Bahia na redução das assimetrias nos territórios de identidade
Palestrante : Prof. Dr. Cláudio Cledson Novaes (UEFS), Prof.ª Dr.ª Maria D'Ajuda Alomba Ribeiro (UESC) e Prof.ª Dr.ª Rita de Cássia Mendes Pereira
Mediador : Prof. Dr. Osmar Moreira (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 14:15 e término às 15:15
Café com prosa.
Local :Auditório Inicio às 15:30 e término às 16:00
Elaboração de Projetos
Palestrante : Profª Drª Leliana Sousa (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Conteúdos Digitais
Palestrante : Prof. Dr. Alfredo Matta (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Gestão de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu
Palestrante : Profª Drª Nadia Fialho (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Estratégias para publicação e divulgação científica nos suportes: Livro e Periódico
Palestrante : Prof ªMSc Naddjja Bittencourt e Prof. Ricardo Baroud (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Elaboração de Planos de Negócios
Palestrante : Prof.ª MSc Karina Mizuki (UNEB)
Local :Auditório Inicio às 16:00 e término às 18:00
Dia 28/10/2011
Abertura das apresentações dos resultados de pesquisa
Local :Auditório Inicio às 08:30 e término às 08:40
Educação, Gestão e Formação de professores.
Local :Sala 01 Inicio às 08:40 e término às 11:40
Comunicação, Arte e Cultura
Local :Sala 02 Inicio às 08:40 e término às 11:40
Ciência e Tecnologia
Local :Sala 03 Inicio às 08:40 e término às 11:40
Meio Ambiente e Saúde
Local :Sala 04 Inicio às 08:40 e término às 11:40
Abertura das apresentações dos resultados de pesquisa dos alunos de Pós- Graduação Stricto Sensu.
Local :Auditório Inicio às 14:00 e término às 14:15
Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade e Programa de Pós-Graduação em História Regional e Local
Local :Sala 01 Inicio às 14:15 e término às 17:45
Programa de Pós-Graduação em Estudo de Linguagens, Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural e Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento Regional
Local :Sala 02 Inicio às 14:15 e término às 17:45
Programa de Pós-Graduação em Química Aplicada, Programa de Pós-Graduação em Horticultura Irrigada, Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal e Programa de Pós-Graduação em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental
Local :Sala 03 Inicio às 14:15 e término às 17:45
Sessão de pôster
Local :A definir Inicio às 18:00 e término às 19:15
Encerramento e Premiação.
Local :Auditório Inicio às 19:30 e término às 20:15
domingo, 23 de outubro de 2011
Alagoinhas sedia seminário da PPG de 25 a 28
A pesquisa em rede: Alagoinhas sedia seminário da PPG de 25 a 28 deste mês
imprimirenviar a um amigodiminuir fonteaumentar fonteTAGS: pesquisa, pós-graduação, PPG
Carol Soledade
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
A pesquisa em rede: reduções das assimetrias intra e inter-regionais. Esse é o tema do VI Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação da UNEB, que acontece de 25 a 28 deste mês, no Campus II da universidade, em Alagoinhas.
Promovido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG) da instituição, o evento visa fortalecer os programas stricto sensu da UNEB por meio da socialização das pesquisas realizadas nos mestrados e doutorados.
Segundo o pró-reitor José Cláudio Rocha (PPG), o tema do seminário está sintonizado com a política de gestão da universidade, que pretende reduzir as assimetrias regionais inerentes ao caráter multicampi da instituição.
“A gestão em rede, com apoio das tecnologias de informação e comunicação, permite hoje que pesquisadores de todo o mundo possam desenvolver conversações acadêmico-cientificas por meio de projetos de pesquisa e programas de pós-graduação”, afirma o pró-reitor.
José Cláudio completa: “Nossa ideia é propiciar um espaço público de discussão e reflexão, no qual pesquisadores e a comunidade unebiana possam avaliar como usar essa metodologia das redes para fortalecer nossa pesquisa em torno de uma política social do conhecimento”.
A iniciativa pretende também fortalecer as bases para a criação de novos cursos de pós-graduação nos campi da UNEB no interior do estado, conforme as diretrizes do novo Plano Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação (PNPG), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), para os anos de 2011 a 2020.
“O conhecimento no mundo é extremamente concentrado. No caso do Brasil a concentração se dá no eixo Sul—Sudeste. Já no caso da Bahia a base científica e tecnológica está quase toda em Salvador. No final das contas todas essas questões acabam refletindo no desenvolvimento da pesquisa e da inovação tecnológica”, explica o pró-reitor.
Programação diversificada
A programação do seminário prevê a realização de conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas e reuniões de planejamento das atividades de pesquisa. O reitor da UNEB, Lourisvaldo Valentim, fará a abertura oficial do evento.
A conferência inicial, intitulada Desenvolvimento de pós-graduação no Brasil: tendências, desafios e oportunidades, será proferida pelo pró-reitor de Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Robert Verhine.
Destaque também para a palestra As políticas de CT&I: ações em prol da pesquisa e do desenvolvimento, que será apresentada, na manhã do dia 27, pelo pesquisador Renato Dagnino, da Universidade de Campinas (Unicamp).
Para o pró-reitor José Cláudio, toda essa estratégia de discutir a construção de pesquisas em redes objetiva a democratização do conhecimento e a percepção da pesquisa “não como uma atividade dos escolhidos, mas como um princípio cientifico educativo”.
A edição anterior do seminário, que acontece anualmente, foi realizada no Campus III da UNEB, em Juazeiro.
Informações: PPG – tel. (71) 3117-2360 e site www.spp.uneb.br.
imprimirenviar a um amigodiminuir fonteaumentar fonteTAGS: pesquisa, pós-graduação, PPG
Carol Soledade
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
A pesquisa em rede: reduções das assimetrias intra e inter-regionais. Esse é o tema do VI Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação da UNEB, que acontece de 25 a 28 deste mês, no Campus II da universidade, em Alagoinhas.
Promovido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG) da instituição, o evento visa fortalecer os programas stricto sensu da UNEB por meio da socialização das pesquisas realizadas nos mestrados e doutorados.
Segundo o pró-reitor José Cláudio Rocha (PPG), o tema do seminário está sintonizado com a política de gestão da universidade, que pretende reduzir as assimetrias regionais inerentes ao caráter multicampi da instituição.
“A gestão em rede, com apoio das tecnologias de informação e comunicação, permite hoje que pesquisadores de todo o mundo possam desenvolver conversações acadêmico-cientificas por meio de projetos de pesquisa e programas de pós-graduação”, afirma o pró-reitor.
José Cláudio completa: “Nossa ideia é propiciar um espaço público de discussão e reflexão, no qual pesquisadores e a comunidade unebiana possam avaliar como usar essa metodologia das redes para fortalecer nossa pesquisa em torno de uma política social do conhecimento”.
A iniciativa pretende também fortalecer as bases para a criação de novos cursos de pós-graduação nos campi da UNEB no interior do estado, conforme as diretrizes do novo Plano Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação (PNPG), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), para os anos de 2011 a 2020.
“O conhecimento no mundo é extremamente concentrado. No caso do Brasil a concentração se dá no eixo Sul—Sudeste. Já no caso da Bahia a base científica e tecnológica está quase toda em Salvador. No final das contas todas essas questões acabam refletindo no desenvolvimento da pesquisa e da inovação tecnológica”, explica o pró-reitor.
Programação diversificada
A programação do seminário prevê a realização de conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas e reuniões de planejamento das atividades de pesquisa. O reitor da UNEB, Lourisvaldo Valentim, fará a abertura oficial do evento.
A conferência inicial, intitulada Desenvolvimento de pós-graduação no Brasil: tendências, desafios e oportunidades, será proferida pelo pró-reitor de Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Robert Verhine.
Destaque também para a palestra As políticas de CT&I: ações em prol da pesquisa e do desenvolvimento, que será apresentada, na manhã do dia 27, pelo pesquisador Renato Dagnino, da Universidade de Campinas (Unicamp).
Para o pró-reitor José Cláudio, toda essa estratégia de discutir a construção de pesquisas em redes objetiva a democratização do conhecimento e a percepção da pesquisa “não como uma atividade dos escolhidos, mas como um princípio cientifico educativo”.
A edição anterior do seminário, que acontece anualmente, foi realizada no Campus III da UNEB, em Juazeiro.
Informações: PPG – tel. (71) 3117-2360 e site www.spp.uneb.br.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Arquivo Central da UNEB foi pauta de trabalho de conclusão de curso (TCC) Ufba).
O Sistema de Arquivo Central (Siarc) da UNEB foi pauta de trabalho de conclusão de curso (TCC) na Universidade Federal da Bahia (Ufba).
Intitulado A Universidade do Estado da Bahia: evolução e perspectivas da arquivologia em uma universidade multicampi, o TCC da discente Sany Santana, do curso de arquivologia da Ufba, aponta os avanços no registro e arquivamento alcançados pela instituição.
“A UNEB detém um valioso acervo produzido durante 28 anos de sua existência, em 29 departamentos. Por possuir característica multicampi, a instituição tem grande potencial para o desenvolvimento da ciência da informação, nas práticas gerenciais, administrativas e, sobretudo, no âmbito acadêmico”, ressaltou a discente.
Tânia Peixoto, gerente do Siarc: "Nosso acervo remonta a história da universidade"
O trabalho teve como finalidade estudar o desenvolvimento da arquivologia dentro da multicampia e a estrutura e cultura organizacional implantada, além de pesquisar os objetivos institucionais.
Durante quatro meses, a discente, que chegou a fazer estágio no setor, realizou entrevistas e visitas técnicas para a composição do estudo. Análises bibliográficas e documentais também fizeram parte da metodologia utilizada pela estudante.
Apresentada no final do mês de julho deste ano, no Instituto de Ciência da Informação da Ufba, a monografia foi considerada, pela banca examinadora, de relevância para a área, para o desenvolvimento de seus profissionais e para pesquisas na área. Os avaliadores ressaltaram ainda o diferencial da multicampia da universidade estadual.
“A UNEB, como instituição voltada para a produção do conhecimento, disseminação da informação e possuidora de um acervo documental a ser preservado, pode se beneficiar deste estudo, pois, a partir dele, tornam-se mais claros os êxitos e os pontos a serem melhorados para o aprimoramento dos serviços oferecidos à sociedade”, destacou o orientador da estudante, professor Ademir Silva, do Campus VIII (Paulo Afonso) da UNEB e funcionário do setor de arquivo da universidade federal.
Riqueza documental
Vinculado operacionalmente à Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO) da UNEB, o Siarc conta com uma equipe de oito servidores e uma estagiária. O sistema desenvolve ações de custódia, organização e indexação de documentos para posterior localização.
“Nosso acervo remonta a história da universidade. Além de possuirmos dados sobre a instituição, preservamos também os arquivos e documentos dos servidores. Isso possibilita a consulta, por parte de familiares e dos próprios técnicos, da vida profissional dos funcionários”, citou Tânia Peixoto, gerente do Siarc.
Djalma Fiuza lembrou que, durante a atual gestão, o Siarc passou por diversos aprimoramentos
No arquivo, que existe desde 1992, constam documentos de natureza acadêmica, a exemplo dos históricos, das grades curriculares; de ordem pessoal, como os contracheques; e de ordem administrativa, que compreende os estatutos, regimentos, memorandos, ofícios, contratos e convênios produzidos pela instituição.
“Pela riqueza documental que existe no acervo da UNEB, podemos também recuperar as ações de ensino, pesquisa e extensão ao longo da existência da universidade”, frisou Djalma Fiuza, ex-diretor da UDO e atual assessor especial de Inovação e Infraestrutura da instituição.
Djalma lembrou que durante a atual gestão, iniciada em 2006, o Siarc passou por diversos aprimoramentos, a exemplo da inserção da tabela de temporalidade, que orienta a catalogação e indexação de materiais, e da cartilha com instruções quanto às formas corretas de envio de documentos para custódia.
Destaque também para a aquisição de arquivos deslizantes, inovação implementada no primeiro semestre deste ano que contou com investimento da administração central de R$ 147 mil. Existem ainda projetos para a criação de um centro de memória e para digitalização de todo o acervo.
“O Siarc é um importante agente de memória e história da UNEB. É preciso dar mais visibilidade a este setor, até para que sirva de exemplo e inspiração para outros trabalhos acadêmicos, como é o caso da monografia da estudante da Ufba”, observou Djalma.
Fonte: http://www.uneb.br/2011/09/29/sistema-de-arquivo-central-da-uneb-e-tema-de-tcc-de-estudante-da-ufba - às 20:29 do dia 05/10/2011
Intitulado A Universidade do Estado da Bahia: evolução e perspectivas da arquivologia em uma universidade multicampi, o TCC da discente Sany Santana, do curso de arquivologia da Ufba, aponta os avanços no registro e arquivamento alcançados pela instituição.
“A UNEB detém um valioso acervo produzido durante 28 anos de sua existência, em 29 departamentos. Por possuir característica multicampi, a instituição tem grande potencial para o desenvolvimento da ciência da informação, nas práticas gerenciais, administrativas e, sobretudo, no âmbito acadêmico”, ressaltou a discente.
Tânia Peixoto, gerente do Siarc: "Nosso acervo remonta a história da universidade"
O trabalho teve como finalidade estudar o desenvolvimento da arquivologia dentro da multicampia e a estrutura e cultura organizacional implantada, além de pesquisar os objetivos institucionais.
Durante quatro meses, a discente, que chegou a fazer estágio no setor, realizou entrevistas e visitas técnicas para a composição do estudo. Análises bibliográficas e documentais também fizeram parte da metodologia utilizada pela estudante.
Apresentada no final do mês de julho deste ano, no Instituto de Ciência da Informação da Ufba, a monografia foi considerada, pela banca examinadora, de relevância para a área, para o desenvolvimento de seus profissionais e para pesquisas na área. Os avaliadores ressaltaram ainda o diferencial da multicampia da universidade estadual.
“A UNEB, como instituição voltada para a produção do conhecimento, disseminação da informação e possuidora de um acervo documental a ser preservado, pode se beneficiar deste estudo, pois, a partir dele, tornam-se mais claros os êxitos e os pontos a serem melhorados para o aprimoramento dos serviços oferecidos à sociedade”, destacou o orientador da estudante, professor Ademir Silva, do Campus VIII (Paulo Afonso) da UNEB e funcionário do setor de arquivo da universidade federal.
Riqueza documental
Vinculado operacionalmente à Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO) da UNEB, o Siarc conta com uma equipe de oito servidores e uma estagiária. O sistema desenvolve ações de custódia, organização e indexação de documentos para posterior localização.
“Nosso acervo remonta a história da universidade. Além de possuirmos dados sobre a instituição, preservamos também os arquivos e documentos dos servidores. Isso possibilita a consulta, por parte de familiares e dos próprios técnicos, da vida profissional dos funcionários”, citou Tânia Peixoto, gerente do Siarc.
Djalma Fiuza lembrou que, durante a atual gestão, o Siarc passou por diversos aprimoramentos
No arquivo, que existe desde 1992, constam documentos de natureza acadêmica, a exemplo dos históricos, das grades curriculares; de ordem pessoal, como os contracheques; e de ordem administrativa, que compreende os estatutos, regimentos, memorandos, ofícios, contratos e convênios produzidos pela instituição.
“Pela riqueza documental que existe no acervo da UNEB, podemos também recuperar as ações de ensino, pesquisa e extensão ao longo da existência da universidade”, frisou Djalma Fiuza, ex-diretor da UDO e atual assessor especial de Inovação e Infraestrutura da instituição.
Djalma lembrou que durante a atual gestão, iniciada em 2006, o Siarc passou por diversos aprimoramentos, a exemplo da inserção da tabela de temporalidade, que orienta a catalogação e indexação de materiais, e da cartilha com instruções quanto às formas corretas de envio de documentos para custódia.
Destaque também para a aquisição de arquivos deslizantes, inovação implementada no primeiro semestre deste ano que contou com investimento da administração central de R$ 147 mil. Existem ainda projetos para a criação de um centro de memória e para digitalização de todo o acervo.
“O Siarc é um importante agente de memória e história da UNEB. É preciso dar mais visibilidade a este setor, até para que sirva de exemplo e inspiração para outros trabalhos acadêmicos, como é o caso da monografia da estudante da Ufba”, observou Djalma.
Fonte: http://www.uneb.br/2011/09/29/sistema-de-arquivo-central-da-uneb-e-tema-de-tcc-de-estudante-da-ufba - às 20:29 do dia 05/10/2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Se escola fosse estádio e educação fosse Copa - Jorge Portugal
REPASSANDO...
Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.
Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.
Fiquei pensando: já imaginaram se um terço desse vigor cívico-esportivo fosse canalizado para melhorar nosso ensino público? É… pois se todo mundo acha que reside aí nossa falha fundamental, nosso pecado social de fundo, que compromete todo o futuro e a própria sustentabilidade de nossa condição de BRIC, por que não um esforço nacional pela educação pública de qualidade igual ao que despendemos para preparar a Copa do Mundo?
E olhe que nem precisaria ser tanto! Lembrei-me, incontinenti, que o educador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e hoje senador da República, encaminhou ao Senado dois projetos com o condão de fazer as coisas nessa área ganharem velocidade de lebre: um deles prevê simplesmente a federalização do ensino público, ou seja, nosso ensino básico passaria a ser responsabilidade da União, com professores, coordenadores e corpo administrativo tendo seus planos de carreira e recebendo salários compatíveis com os de funcionários do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Que tal? Não é valorizar essa classe estratégica ao nosso crescimento o desejo de todos que amamos o Brasil? O projeto está lá… parado, quieto, na gaveta de algum relator.
O outro projeto, do mesmo Cristovam, é uma verdadeira “bomba do bem”. Leiam com atenção: ele, o projeto, prevê que “daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”. E então? Já imaginaram o esforço que deputados (estaduais e federais), senadores e governadores não fariam para melhorar nossas escolas, sabendo que seus filhos, netos, iriam estudar nelas daqui a sete anos? Pois bem, esse projeto está adormecido na gaveta do senador Antônio Carlos Valladares, de Sergipe, seu relator. E não anda. E ninguém sabe dele.
Desafio ao leitor: você é capaz de, daí do seu conforto, concordando com os projetos, pegar o seu computador e passar um e-mail para o senador Valadares
(antoniocarlosvaladares@senador.gov.br) pedindo que ele desengavete essa “bomba do bem”? É um ato cívico simples. Pela educação. Porque pela Copa já estamos fazendo muito mais.
Jorge Portugal é educador, poeta e apresentador de TV. Idealizou e apresenta o programa “Tô Sabendo”, da TV Brasil.
***************************
Abaixo segue os termos do meu e-mail.
Para facilitar e agilizar, pode copiá-lo, se for o caso...
Prezado Senador,
Assunto: Projeto "Bomba do Bem"
Solicitamos que seja desengavetado o projeto denominado pelos educadores deste País como “bomba do bem”.
Estamos ávidos por uma educação de qualidade, onde o ensino público seja um exemplo para todos.
Vamos, Senador, caminhar juntos para a melhoria do nível de nossas escolas públicas? Dê, por favor, o primeiro passo, desengavete o projeto do Senador Cristovam Buarque. Escola pública de qualidade já, para todos os brasileiros, inclusive para os seus familiares e de todos os políticos deste País.
("o projeto, prevê que daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”).
Cordialmente,
........................................................................
(seu nome)
__..Exter
Já fiz a minha parte. Já enviei um e-mail ao deputado. Faça a sua e envie!!
Lívia Santarém, Jorge Luiz
Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.
Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.
Fiquei pensando: já imaginaram se um terço desse vigor cívico-esportivo fosse canalizado para melhorar nosso ensino público? É… pois se todo mundo acha que reside aí nossa falha fundamental, nosso pecado social de fundo, que compromete todo o futuro e a própria sustentabilidade de nossa condição de BRIC, por que não um esforço nacional pela educação pública de qualidade igual ao que despendemos para preparar a Copa do Mundo?
E olhe que nem precisaria ser tanto! Lembrei-me, incontinenti, que o educador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e hoje senador da República, encaminhou ao Senado dois projetos com o condão de fazer as coisas nessa área ganharem velocidade de lebre: um deles prevê simplesmente a federalização do ensino público, ou seja, nosso ensino básico passaria a ser responsabilidade da União, com professores, coordenadores e corpo administrativo tendo seus planos de carreira e recebendo salários compatíveis com os de funcionários do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Que tal? Não é valorizar essa classe estratégica ao nosso crescimento o desejo de todos que amamos o Brasil? O projeto está lá… parado, quieto, na gaveta de algum relator.
O outro projeto, do mesmo Cristovam, é uma verdadeira “bomba do bem”. Leiam com atenção: ele, o projeto, prevê que “daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”. E então? Já imaginaram o esforço que deputados (estaduais e federais), senadores e governadores não fariam para melhorar nossas escolas, sabendo que seus filhos, netos, iriam estudar nelas daqui a sete anos? Pois bem, esse projeto está adormecido na gaveta do senador Antônio Carlos Valladares, de Sergipe, seu relator. E não anda. E ninguém sabe dele.
Desafio ao leitor: você é capaz de, daí do seu conforto, concordando com os projetos, pegar o seu computador e passar um e-mail para o senador Valadares
(antoniocarlosvaladares@senador.gov.br) pedindo que ele desengavete essa “bomba do bem”? É um ato cívico simples. Pela educação. Porque pela Copa já estamos fazendo muito mais.
Jorge Portugal é educador, poeta e apresentador de TV. Idealizou e apresenta o programa “Tô Sabendo”, da TV Brasil.
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Abaixo segue os termos do meu e-mail.
Para facilitar e agilizar, pode copiá-lo, se for o caso...
Prezado Senador,
Assunto: Projeto "Bomba do Bem"
Solicitamos que seja desengavetado o projeto denominado pelos educadores deste País como “bomba do bem”.
Estamos ávidos por uma educação de qualidade, onde o ensino público seja um exemplo para todos.
Vamos, Senador, caminhar juntos para a melhoria do nível de nossas escolas públicas? Dê, por favor, o primeiro passo, desengavete o projeto do Senador Cristovam Buarque. Escola pública de qualidade já, para todos os brasileiros, inclusive para os seus familiares e de todos os políticos deste País.
("o projeto, prevê que daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”).
Cordialmente,
........................................................................
(seu nome)
__..Exter
Já fiz a minha parte. Já enviei um e-mail ao deputado. Faça a sua e envie!!
Lívia Santarém, Jorge Luiz
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE HISTORIADOR
AGORA É OFICIAL:
A ANPUH APÓIA A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE HISTORIADOR
O título deste texto pode soar um tanto estranho para muitos colegas que militam há tempos em nossa associação. Afinal, uma de suas bandeiras históricas mais conhecidas é, justamente, a luta pela regulamentação de nossa profissão. Como assim, podem eles perguntar, só agora a ANPUH passou a apoiar oficialmente essa causa?
De fato, em muitos momentos, a ANPUH lutou pela regulamentação, inclusive participando da redação de projetos de lei e pressionando parlamentares. Porém, tal atuação dependia da vontade e da postura dos dirigentes da associação, pois não havia nenhum documento oficial que afirmasse o comprometimento da entidade com essa luta. Tanto que, em determinadas gestões, quando os membros da diretoria entendiam, baseados em respeitáveis argumentos, cabe dizer, que a regulamentação não era apropriada, o empenho pela causa esmorecia e as ações por sua implementação não eram levadas adiante.
Porém, na nossa última Assembléia Geral, realizada no mês passado durante o XXVI Simpósio Nacional de História, o comprometimento com a regulamentação, por ampla maioria de votos, tornou-se oficial, consta em ata, e deve ser uma tarefa da entidade independente de quem sejam os seus dirigentes.
Respeitamos os posicionamentos contrários. Muitos colegas alegam que a regulamentação profissional contribui para uma formatação corporativa da sociedade, cara a regimes autoritários; outros, que ela estimula a competição e exclui olhares “não profissionais” que muito podem contribuir para o conhecimento histórico. Essas, e outras, são argumentações válidas e respeitáveis. Mas, apesar disso, a ANPUH apóia a regulamentação por reconhecer que há competências específicas do profissional de História, adquiridas ao longo de anos de formação, que não podem ser substituídas pela ação de outros profissionais. Além disso, cada vez mais atuamos em um campo em expansão, aquele ligado à memória e ao patrimônio, onde atuam também outros profissionais que têm profissão regulamentada, como museólogos, arquivistas, arquitetos, turismólogos, etc., o que, na prática, implica seguidamente a exclusão do “olhar do historiador”. Por exemplo, um museu histórico deve obrigatoriamente contar em seus quadros com um museólogo, mas não com um historiador, o mesmo valendo para um arquivo histórico em relação aos arquivistas. Só para citar um caso concreto: recentemente houve um concurso público para o cargo de historiador em uma instituição oficial ligada ao patrimônio; porém, para ocupá-lo, não era necessário ter formação na área de História, seja de graduação, seja de pós-graduação. Não queremos estimular a competição, mas sim afirmar que, nas equipes interdisciplinares e colaborativas que devem atuar nessas instituições, o papel do historiador é imprescindível. Da mesma forma, a regulamentação parece-nos importante por evidenciar que tanto o ensino de história quanto a pesquisa histórica devem ser praticados por profissionais específicos, os quais, embora possam ter feito partes de sua formação em outras áreas (e os projetos que tramitam no Congresso são suficientemente abertos para abarcar esses casos), desenvolveram habilidades específicas, que não podem ser facilmente improvisadas por não historiadores.
Obviamente, a regulamentação da profissão não pode ser encarada como a solução de todos os nossos problemas. Precisamos nos defrontar com uma série de desafios teóricos, metodológicos, técnicos e éticos para delinearmos com mais precisão o nosso espaço. Mas sem dúvida é um passo importante para a profissionalização. Por isso, convidamos a todos os colegas a se engajaram nessa luta. Dia 19 de Agosto é o Dia do Historiador. Conhecemos bem a eficácia simbólica das comemorações. Por isso, como no ano passado, queremos transformá-la em DIA DE LUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO! Temos um projeto tramitando no Senado, o PLS 368 de 2009, já aprovado em várias comissões, e outro na Câmara, o PL 3759/2004, atualmente aguardando parecer na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Pressionem os seus senadores e deputados para aprová-los. Só a nossa ação política coletiva vai permitir que a nossa demanda seja efetivada!
Para saber mais sobre a regulamentação e os projetos, consulte no site na ANPUH o link “Profissionalização”.
Saudações anpuhanas e parabéns a todos nós pelo Dia do Historiador,
Benito Schmidt
Presidente da ANPUH (Gestão 2011-2013)
Diretoria Biênio 2011-2013
Presidente: Benito Bisso Schmidt(UFRGS)
Vice-Presidente: Margarida Maria Dias de Oliveira (UFRN)
Secretário Geral: Angelo Aparecido Priori (UEM)
1º Secretário: Antonio Celso Ferreira (UNESP)
2º Secretário: Carlos Augusto Lima Ferreira (UEFS)
1º Tesoureiro: Francisco Carlos Palomanes Martinho (USP)
2º Tesoureiro: Eudes Fernando Leite (UFGD)
Editora da Revista Brasileira de História: Marieta Moraes Ferreira (UFRJ/FGV)
Editoria da Revista História Hoje: Patricia Melo Sampaio (UFAM)
NOTÍCIAS DA GESTÃO
1. Regulamentação da Profissão
A Assembléia Geral realizada durante o XXVI Simpósio Nacional de História, em São Paulo, aprovou o apoio da ANPUH à regulamentação da profissão. O PLS 368/2009, de autoria de Paulo Paim (PT/RS) e que tramita no Senado Federal, encontra-se na Comissão de Assuntos Sociais com a Relatoria. O Relator indicado pelo Presidente da Comissão é o Senador Cristovam Buarque. Já foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e na Comissão de Educação, Cultura e Esporte. Acompanhe a tramitação do Projeto de Lei do Senado através do link . É possível cadastrar seu e-mail e receber todas a s últimas notícias através do mesmo site.
2. Estatuto e Regimento
Encerrou-se no último dia 15 de agosto o envio de propostas para a reelaboração do Estatuto e elaboração do Regimento da ANPUH. As propostas foram encaminhadas à consultoria jurídica para análise. As sugestões aceitas serão incorporadas e submetidas à aprovação dos associados por meio de votação eletrônica. A eleição dos novos Estatuto e Regimento ocorrerá entre os dias 22 e 25 de agosto de 2011, no site da ANPUH. Fiquem atentos e votem!
3. Comemoração dos 50 anos da ANPUH
A tese agraciada com o prêmio Manoel Luiz Salgado Guimarães já foi revisada e está em fase de preparação para impressão pela Editora UNESP. Os outros três livros já foram lançados.
4. Revista Brasileira de História
A edição 61 com dossiê "Comemorações", de junho de 2011, já foi lançada em português e encontra-se disponível no site da ANPUH. A edição em inglês já foi entregue ao Scielo para indexação, e aguarda a finalização dos trabalhos pelo Scielo para ser lançada.
CONGRESSOS & EVENTOS
IV CICLO INTERNACIONAL DE ESTUDOS ANTIGOS E MEDIEVAIS e XII CICLO DE ESTUDOS ANTIGOS
E MEDIEVAIS UNESP
Data: 22 a 25 de agosto de 2011
Local: Faculdade de Ciências e Letras da UNESP - Campus de Assis
Mais informações aqui
V SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA: BIOGRAFIA E HISTÓRIA INTELECTUAL
Data: 23 a 25 de agosto de 2011
Local: Universidade Federal de Ouro Preto, Campus de Mariana
Mais informações aqui
III ENCONTRO DE NOVOS PESQUISADORES EM HISTÓRIA
Data: 23 a 26 de agosto de 2011
Local: Universidade Federal da Bahia
Mais informações aqui
PALESTRA: CONSERVAÇÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS
Data: 24 de agosto de 2011
Local: CEDEM
Mais informações aqui
SEMINÁRIO: PRODUZINDO FRONTEIRAS: ENTRECRUZANDO ESCALAS, POVOS E IMPÉRIOS NA
AMÉRICA DO SUL (1640-1828)
Data: 24, 25 e 26 de agosto de 2011
Local: Anfiteatro de História - FFLCH USP
Mais informações aqui
V SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: CULTURA E IDENTIDADES
Data: 29 de agosto a 01 de setembro de 2011
Local: Universidade Federal de Goiás - Campus II Goiânia
Mais informações aqui
III COLÓQUIO FESTAS E SOCIALIDADES
Data: 31 de agosto a 02 de setembro de 2011
Local: Universidade Federal de Minas Gerais, FAFICH
A ANPUH APÓIA A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE HISTORIADOR
O título deste texto pode soar um tanto estranho para muitos colegas que militam há tempos em nossa associação. Afinal, uma de suas bandeiras históricas mais conhecidas é, justamente, a luta pela regulamentação de nossa profissão. Como assim, podem eles perguntar, só agora a ANPUH passou a apoiar oficialmente essa causa?
De fato, em muitos momentos, a ANPUH lutou pela regulamentação, inclusive participando da redação de projetos de lei e pressionando parlamentares. Porém, tal atuação dependia da vontade e da postura dos dirigentes da associação, pois não havia nenhum documento oficial que afirmasse o comprometimento da entidade com essa luta. Tanto que, em determinadas gestões, quando os membros da diretoria entendiam, baseados em respeitáveis argumentos, cabe dizer, que a regulamentação não era apropriada, o empenho pela causa esmorecia e as ações por sua implementação não eram levadas adiante.
Porém, na nossa última Assembléia Geral, realizada no mês passado durante o XXVI Simpósio Nacional de História, o comprometimento com a regulamentação, por ampla maioria de votos, tornou-se oficial, consta em ata, e deve ser uma tarefa da entidade independente de quem sejam os seus dirigentes.
Respeitamos os posicionamentos contrários. Muitos colegas alegam que a regulamentação profissional contribui para uma formatação corporativa da sociedade, cara a regimes autoritários; outros, que ela estimula a competição e exclui olhares “não profissionais” que muito podem contribuir para o conhecimento histórico. Essas, e outras, são argumentações válidas e respeitáveis. Mas, apesar disso, a ANPUH apóia a regulamentação por reconhecer que há competências específicas do profissional de História, adquiridas ao longo de anos de formação, que não podem ser substituídas pela ação de outros profissionais. Além disso, cada vez mais atuamos em um campo em expansão, aquele ligado à memória e ao patrimônio, onde atuam também outros profissionais que têm profissão regulamentada, como museólogos, arquivistas, arquitetos, turismólogos, etc., o que, na prática, implica seguidamente a exclusão do “olhar do historiador”. Por exemplo, um museu histórico deve obrigatoriamente contar em seus quadros com um museólogo, mas não com um historiador, o mesmo valendo para um arquivo histórico em relação aos arquivistas. Só para citar um caso concreto: recentemente houve um concurso público para o cargo de historiador em uma instituição oficial ligada ao patrimônio; porém, para ocupá-lo, não era necessário ter formação na área de História, seja de graduação, seja de pós-graduação. Não queremos estimular a competição, mas sim afirmar que, nas equipes interdisciplinares e colaborativas que devem atuar nessas instituições, o papel do historiador é imprescindível. Da mesma forma, a regulamentação parece-nos importante por evidenciar que tanto o ensino de história quanto a pesquisa histórica devem ser praticados por profissionais específicos, os quais, embora possam ter feito partes de sua formação em outras áreas (e os projetos que tramitam no Congresso são suficientemente abertos para abarcar esses casos), desenvolveram habilidades específicas, que não podem ser facilmente improvisadas por não historiadores.
Obviamente, a regulamentação da profissão não pode ser encarada como a solução de todos os nossos problemas. Precisamos nos defrontar com uma série de desafios teóricos, metodológicos, técnicos e éticos para delinearmos com mais precisão o nosso espaço. Mas sem dúvida é um passo importante para a profissionalização. Por isso, convidamos a todos os colegas a se engajaram nessa luta. Dia 19 de Agosto é o Dia do Historiador. Conhecemos bem a eficácia simbólica das comemorações. Por isso, como no ano passado, queremos transformá-la em DIA DE LUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO! Temos um projeto tramitando no Senado, o PLS 368 de 2009, já aprovado em várias comissões, e outro na Câmara, o PL 3759/2004, atualmente aguardando parecer na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Pressionem os seus senadores e deputados para aprová-los. Só a nossa ação política coletiva vai permitir que a nossa demanda seja efetivada!
Para saber mais sobre a regulamentação e os projetos, consulte no site na ANPUH o link “Profissionalização”.
Saudações anpuhanas e parabéns a todos nós pelo Dia do Historiador,
Benito Schmidt
Presidente da ANPUH (Gestão 2011-2013)
Diretoria Biênio 2011-2013
Presidente: Benito Bisso Schmidt(UFRGS)
Vice-Presidente: Margarida Maria Dias de Oliveira (UFRN)
Secretário Geral: Angelo Aparecido Priori (UEM)
1º Secretário: Antonio Celso Ferreira (UNESP)
2º Secretário: Carlos Augusto Lima Ferreira (UEFS)
1º Tesoureiro: Francisco Carlos Palomanes Martinho (USP)
2º Tesoureiro: Eudes Fernando Leite (UFGD)
Editora da Revista Brasileira de História: Marieta Moraes Ferreira (UFRJ/FGV)
Editoria da Revista História Hoje: Patricia Melo Sampaio (UFAM)
NOTÍCIAS DA GESTÃO
1. Regulamentação da Profissão
A Assembléia Geral realizada durante o XXVI Simpósio Nacional de História, em São Paulo, aprovou o apoio da ANPUH à regulamentação da profissão. O PLS 368/2009, de autoria de Paulo Paim (PT/RS) e que tramita no Senado Federal, encontra-se na Comissão de Assuntos Sociais com a Relatoria. O Relator indicado pelo Presidente da Comissão é o Senador Cristovam Buarque. Já foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e na Comissão de Educação, Cultura e Esporte. Acompanhe a tramitação do Projeto de Lei do Senado através do link . É possível cadastrar seu e-mail e receber todas a s últimas notícias através do mesmo site.
2. Estatuto e Regimento
Encerrou-se no último dia 15 de agosto o envio de propostas para a reelaboração do Estatuto e elaboração do Regimento da ANPUH. As propostas foram encaminhadas à consultoria jurídica para análise. As sugestões aceitas serão incorporadas e submetidas à aprovação dos associados por meio de votação eletrônica. A eleição dos novos Estatuto e Regimento ocorrerá entre os dias 22 e 25 de agosto de 2011, no site da ANPUH. Fiquem atentos e votem!
3. Comemoração dos 50 anos da ANPUH
A tese agraciada com o prêmio Manoel Luiz Salgado Guimarães já foi revisada e está em fase de preparação para impressão pela Editora UNESP. Os outros três livros já foram lançados.
4. Revista Brasileira de História
A edição 61 com dossiê "Comemorações", de junho de 2011, já foi lançada em português e encontra-se disponível no site da ANPUH. A edição em inglês já foi entregue ao Scielo para indexação, e aguarda a finalização dos trabalhos pelo Scielo para ser lançada.
CONGRESSOS & EVENTOS
IV CICLO INTERNACIONAL DE ESTUDOS ANTIGOS E MEDIEVAIS e XII CICLO DE ESTUDOS ANTIGOS
E MEDIEVAIS UNESP
Data: 22 a 25 de agosto de 2011
Local: Faculdade de Ciências e Letras da UNESP - Campus de Assis
Mais informações aqui
V SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA: BIOGRAFIA E HISTÓRIA INTELECTUAL
Data: 23 a 25 de agosto de 2011
Local: Universidade Federal de Ouro Preto, Campus de Mariana
Mais informações aqui
III ENCONTRO DE NOVOS PESQUISADORES EM HISTÓRIA
Data: 23 a 26 de agosto de 2011
Local: Universidade Federal da Bahia
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PALESTRA: CONSERVAÇÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS
Data: 24 de agosto de 2011
Local: CEDEM
Mais informações aqui
SEMINÁRIO: PRODUZINDO FRONTEIRAS: ENTRECRUZANDO ESCALAS, POVOS E IMPÉRIOS NA
AMÉRICA DO SUL (1640-1828)
Data: 24, 25 e 26 de agosto de 2011
Local: Anfiteatro de História - FFLCH USP
Mais informações aqui
V SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA: CULTURA E IDENTIDADES
Data: 29 de agosto a 01 de setembro de 2011
Local: Universidade Federal de Goiás - Campus II Goiânia
Mais informações aqui
III COLÓQUIO FESTAS E SOCIALIDADES
Data: 31 de agosto a 02 de setembro de 2011
Local: Universidade Federal de Minas Gerais, FAFICH
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Heróis Negros da Revolta de Búzios
Colegiado de História
DEDC UNEB CAMPUS II
Heróis Negros da Revolta de Búzios receberão homenagens com conferência, caminhada e lançamentos
Lei Federal incluiu líderes baianos no Livro dos Heróis Nacionais
Em 12 de agosto de 1798, a cidade de Salvador foi cenário da maior revolta política social da história, conhecida como Revolta dos Búzios. Como resultado, os soldados Lucas Dantas de Amorim Torres e Luís Gonzaga das Virgens e Veiga e os alfaiates Manoel Faustino Santos Lira e João de Deus do Nascimento foram enforcados e esquartejados como revoltosos. Agora, mais de 200 anos depois, os quatro líderes são homenageados e aclamados como Heróis Negros da nação brasileira. Por conta desta homenagem, o Governo do Estado, através da Fundação Pedro Calmon/SecultBA e da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da Republica (Seppir), realiza na próxima sexta-feira (12) uma programação especial.
Logo pela manhã, no Palácio Rio Branco, Praça Municipal, as homenagens começam com a abertura da exposição interativa Revolta dos Búzios, Heróis Negros do Brasil, que apresentará, para visitação até domingo (14), documentos textuais, manuscritos e livros raros sobre a temática. Apresenta também, biografias dos heróis e réplicas dos “boletins sediciosos” afixados nas ruas de Salvador pelos líderes do movimento. Na ocasião, será lançada uma cartilha com textos e documentos históricos sobre a revolta, além de selo e carimbo comemorativos aos ‘Heróis Negros do Brasil’, em parceria com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).
Caminhada - Saindo do local onde os heróis foram enforcados, Praça da Piedade, até o Palácio Rio Branco, às 15h, uma caminhada será animada por grupos culturais, a exemplo dos jovens da Escola Criativa do Olodum, e pela banda Tambores da Raça, comandada pelo cantor e compositor Adailton Poesia: “Fico feliz que o Brasil tenha reconhecido o significado desse herois exaltados há bastante tempo nas letras e canções dos blocos afro por terem lutado pela igualdade, liberdade e fraternidade”, exclama o artista.
Finalizando o dia de atividades, a conferência Revolta dos Búzios: Heróis Negros do Brasil, com Ubiratan Castro de Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, Patrícia Valim, doutoranda em História pela Universidade de São Paulo (USP), e João Jorge Rodrigues, mestre em direito e presidente do Grupo Cultural Olodum, traz ao debate a importância de celebrar a memória dos líderes negros. “Este é um momento importante, pois celebra o reconhecimento de um processo que foi construído ao longo dos muitos anos, pelas historias e versos cantados pelos blocos afro”, afirma a Ministra da Seppir, Luiza Bairros. Ela ainda complementa que “com a inscrição dos líderes de Búzios no livro dos heróis nacionais acontece o encontro da historia oficial com a historia sempre contada e lembrada pela cultura popular”.
Precursores - O historiador Ubiratan Castro de Araújo também destaca o papel dos precursores baianos na luta pela liberdade. “Os quatro mártires negros da Revolta dos Búzios representam os milhares de homens e mulheres pobres e escravizados que lutaram pela liberdade da Bahia. Mesmo condenados e enforcados na Praça da Piedade, em 8 de novembro de 1799, seus ideais continuaram vivos e ressurgiram em 1822-1823, nas lutas pela independência do Brasil”, ressalta.
Contextualização - A Revolta dos Búzios, também conhecida como Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana, ocorreu em agosto de 1798 reunindo a população negra que sonhava e lutava pela implantação de uma República democrática e pelo fim da escravidão. Em 04 de março de 2011, a presidente Dilma Roussef reconheceu a importância dos líderes deste movimento, lhes considerando heróis para o Estado Brasileiro, a partir do projeto de Lei do deputado federal Luiz Alberto. Por meio da Lei 12.391, os quatro líderes da Revolta dos Búzios foram incluídos no Livro dos Heróis Nacionais, conhecido como o Livro de Aço do Brasil.
SERVIÇO
Celebração aos Heróis Negros da Revolta dos Búzios
Lançamento de cartilha, selo e carimbo, abertura de exposição, caminhada pelo Centro de Salvador e conferência com especialistas.
Palácio Rio Branco, Praça Municipal, s/n.
Dia 12 de agosto, a partir das 10h
GRATUITO
------------------------------------------------------
Assessoria de Comunicação
Fundação Pedro Calmon – SecultBA
(71) 3116-6918/ 6919/ 6676
ascom.fpc@fpc.ba.gov.br
http://www.fpc.ba.gov.br
http://twitter.com/fpedrocalmon
www.cultura.ba.gov.br
http://plugcultura.wordpress.com
DEDC UNEB CAMPUS II
Heróis Negros da Revolta de Búzios receberão homenagens com conferência, caminhada e lançamentos
Lei Federal incluiu líderes baianos no Livro dos Heróis Nacionais
Em 12 de agosto de 1798, a cidade de Salvador foi cenário da maior revolta política social da história, conhecida como Revolta dos Búzios. Como resultado, os soldados Lucas Dantas de Amorim Torres e Luís Gonzaga das Virgens e Veiga e os alfaiates Manoel Faustino Santos Lira e João de Deus do Nascimento foram enforcados e esquartejados como revoltosos. Agora, mais de 200 anos depois, os quatro líderes são homenageados e aclamados como Heróis Negros da nação brasileira. Por conta desta homenagem, o Governo do Estado, através da Fundação Pedro Calmon/SecultBA e da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da Republica (Seppir), realiza na próxima sexta-feira (12) uma programação especial.
Logo pela manhã, no Palácio Rio Branco, Praça Municipal, as homenagens começam com a abertura da exposição interativa Revolta dos Búzios, Heróis Negros do Brasil, que apresentará, para visitação até domingo (14), documentos textuais, manuscritos e livros raros sobre a temática. Apresenta também, biografias dos heróis e réplicas dos “boletins sediciosos” afixados nas ruas de Salvador pelos líderes do movimento. Na ocasião, será lançada uma cartilha com textos e documentos históricos sobre a revolta, além de selo e carimbo comemorativos aos ‘Heróis Negros do Brasil’, em parceria com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).
Caminhada - Saindo do local onde os heróis foram enforcados, Praça da Piedade, até o Palácio Rio Branco, às 15h, uma caminhada será animada por grupos culturais, a exemplo dos jovens da Escola Criativa do Olodum, e pela banda Tambores da Raça, comandada pelo cantor e compositor Adailton Poesia: “Fico feliz que o Brasil tenha reconhecido o significado desse herois exaltados há bastante tempo nas letras e canções dos blocos afro por terem lutado pela igualdade, liberdade e fraternidade”, exclama o artista.
Finalizando o dia de atividades, a conferência Revolta dos Búzios: Heróis Negros do Brasil, com Ubiratan Castro de Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, Patrícia Valim, doutoranda em História pela Universidade de São Paulo (USP), e João Jorge Rodrigues, mestre em direito e presidente do Grupo Cultural Olodum, traz ao debate a importância de celebrar a memória dos líderes negros. “Este é um momento importante, pois celebra o reconhecimento de um processo que foi construído ao longo dos muitos anos, pelas historias e versos cantados pelos blocos afro”, afirma a Ministra da Seppir, Luiza Bairros. Ela ainda complementa que “com a inscrição dos líderes de Búzios no livro dos heróis nacionais acontece o encontro da historia oficial com a historia sempre contada e lembrada pela cultura popular”.
Precursores - O historiador Ubiratan Castro de Araújo também destaca o papel dos precursores baianos na luta pela liberdade. “Os quatro mártires negros da Revolta dos Búzios representam os milhares de homens e mulheres pobres e escravizados que lutaram pela liberdade da Bahia. Mesmo condenados e enforcados na Praça da Piedade, em 8 de novembro de 1799, seus ideais continuaram vivos e ressurgiram em 1822-1823, nas lutas pela independência do Brasil”, ressalta.
Contextualização - A Revolta dos Búzios, também conhecida como Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana, ocorreu em agosto de 1798 reunindo a população negra que sonhava e lutava pela implantação de uma República democrática e pelo fim da escravidão. Em 04 de março de 2011, a presidente Dilma Roussef reconheceu a importância dos líderes deste movimento, lhes considerando heróis para o Estado Brasileiro, a partir do projeto de Lei do deputado federal Luiz Alberto. Por meio da Lei 12.391, os quatro líderes da Revolta dos Búzios foram incluídos no Livro dos Heróis Nacionais, conhecido como o Livro de Aço do Brasil.
SERVIÇO
Celebração aos Heróis Negros da Revolta dos Búzios
Lançamento de cartilha, selo e carimbo, abertura de exposição, caminhada pelo Centro de Salvador e conferência com especialistas.
Palácio Rio Branco, Praça Municipal, s/n.
Dia 12 de agosto, a partir das 10h
GRATUITO
------------------------------------------------------
Assessoria de Comunicação
Fundação Pedro Calmon – SecultBA
(71) 3116-6918/ 6919/ 6676
ascom.fpc@fpc.ba.gov.br
http://www.fpc.ba.gov.br
http://twitter.com/fpedrocalmon
www.cultura.ba.gov.br
http://plugcultura.wordpress.com
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Fortalecimento entre relações Brasil-Nigéria
Acordo entre UNEB e universidade de Kwara vai fortalecer relações Brasil-Nigéria
Cooperação tecnicocientífica contempla áreas de educação, tecnologia e inovação. Fotos: Cindi Rios/Ascom
A UNEB deu mais um passo para consolidar a sua internacionalização.
Ontem (28) à tarde, o reitor da instituição, Lourisvaldo Valentim, recebeu a visita de autoridades e diplomatas da Nigéria, para tratar de ações de relacionamento entre a UNEB e a Universidade do Estado de Kwara (Kwasu), do país africano.
No encontro, realizado no gabinete da Reitoria, Campus I, em Salvador, Valentim e o vice-reitor da Kwasu, AbdulRasheed Na’Allah, assinaram um acordo de cooperação entre as duas instituições (foto home).
A parceria prevê o intercâmbio de experiências e de pessoal no campo da investigação, do ensino, da docência, da produção técnico, científica e cultural nas áreas de educação, tecnologia, inovação e ciência.
Reitor Valentim e vice-reitor AbdulRasheed querem intercâmbio de experiências e de pessoal
“Para a UNEB é muito importante estabelecer novas parcerias com os irmãos africanos. Nossa universidade vem se destacando no que se refere às políticas afirmativas, primeiro com as cotas, depois com licenciatura sobre cultura e história da África e oferta de línguas africanas. Por isso precisamos de acordos como esse para fortalecer essas ações”, destacou Valentim.
O reitor aproveitou para antecipar que está articulando, com o governo do estado, a instalação de um polo de ensino da universidade no Pelourinho, bairro histórico da capital, em parceria com blocos afro soteropolitanos. “O intercâmbio de professores e estudantes com a Kwasu vai qualificar nossos novos cursos”, avaliou.
Outro ponto de interesse entre as duas universidades é a troca de conhecimentos para a instalação, na Nigéria, de um centro de estudos sobre a Diáspora Africana (fenômeno histórico relacionado à imigração de negros escravizados da África para outros continentes).
“Agradeço ao reitor Valentim por esse importante acordo firmado. Nossas instituições podem ser grandes parceiras nas áreas do ensino e da pesquisa sobre a Diáspora, o que vai permitir o fortalecimento dos laços entre Brasil e Nigéria”, pontuou AbdulRasheed.
Cooperação tecnicocientífica
Na reunião, o reitor Valentim também mostrou interesse em celebrar convênios de cooperação tecnicocientífica nas áreas de energia limpa – já que a Kwasu mantém um centro de estudos sobre o tema – e de agronomia, disponibilizando o intercâmbio de conhecimentos com o mestrado em horticultura irrigada do Campus III da UNEB, em Juazeiro.
Adrianna Freire: demanda imediata é o envio de professores para o ensino da língua portuguesa
A assessora especial para Cooperação Internacional (Asseci) da UNEB, Adrianna Freire, adiantou que detalhes do acordo interinstitucional serão discutidos em novos encontros a serem agendados entre as partes, mas que existe “uma demanda imediata de envio de professores leitores para o ensino da língua portuguesa na universidade nigeriana”.
A coordenação das futuras ações do acordo, que terá cinco anos de vigência, ficará sob responsabilidade do professor Wilson Mattos, diretor do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (Cepaia) da UNEB, e da professora Nancy Hanemann, da Kwasu.
A vice-diretora do Cepaia, Cláudia Rocha, que representou Wilson Mattos no encontro, colocou o centro à disposição da universidade nigeriana, lembrando que a UNEB tem forte interesse no intercâmbio de conhecimentos com os povos africanos.
A comitiva nigeriana – composta ainda pelo senador Mohammed Lafiaji, pelo embaixador da Nigéria no Brasil, Abubakar Abduljalil-Sulaiman, e funcionários da embaixada – também conheceu a infraestrutura do Campus I da UNEB, visitando o teatro, a biblioteca central e os departamentos da unidade.
Atualmente, a UNEB possui acordos de intercâmbio acadêmico e cultural com países como Argentina, Chile, Paraguai, Estados Unidos, França, Itália, Portugal, Espanha, Costa do Marfim, Moçambique, Angola e Quênia.
Victor Seabra
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
fonte: http://www.uneb.br/2011/07/29/uneb-firma-acordo-de-cooperacao-academica-com-universidade-nigeriana
às 23:32 - 02/08/2011
Cooperação tecnicocientífica contempla áreas de educação, tecnologia e inovação. Fotos: Cindi Rios/Ascom
A UNEB deu mais um passo para consolidar a sua internacionalização.
Ontem (28) à tarde, o reitor da instituição, Lourisvaldo Valentim, recebeu a visita de autoridades e diplomatas da Nigéria, para tratar de ações de relacionamento entre a UNEB e a Universidade do Estado de Kwara (Kwasu), do país africano.
No encontro, realizado no gabinete da Reitoria, Campus I, em Salvador, Valentim e o vice-reitor da Kwasu, AbdulRasheed Na’Allah, assinaram um acordo de cooperação entre as duas instituições (foto home).
A parceria prevê o intercâmbio de experiências e de pessoal no campo da investigação, do ensino, da docência, da produção técnico, científica e cultural nas áreas de educação, tecnologia, inovação e ciência.
Reitor Valentim e vice-reitor AbdulRasheed querem intercâmbio de experiências e de pessoal
“Para a UNEB é muito importante estabelecer novas parcerias com os irmãos africanos. Nossa universidade vem se destacando no que se refere às políticas afirmativas, primeiro com as cotas, depois com licenciatura sobre cultura e história da África e oferta de línguas africanas. Por isso precisamos de acordos como esse para fortalecer essas ações”, destacou Valentim.
O reitor aproveitou para antecipar que está articulando, com o governo do estado, a instalação de um polo de ensino da universidade no Pelourinho, bairro histórico da capital, em parceria com blocos afro soteropolitanos. “O intercâmbio de professores e estudantes com a Kwasu vai qualificar nossos novos cursos”, avaliou.
Outro ponto de interesse entre as duas universidades é a troca de conhecimentos para a instalação, na Nigéria, de um centro de estudos sobre a Diáspora Africana (fenômeno histórico relacionado à imigração de negros escravizados da África para outros continentes).
“Agradeço ao reitor Valentim por esse importante acordo firmado. Nossas instituições podem ser grandes parceiras nas áreas do ensino e da pesquisa sobre a Diáspora, o que vai permitir o fortalecimento dos laços entre Brasil e Nigéria”, pontuou AbdulRasheed.
Cooperação tecnicocientífica
Na reunião, o reitor Valentim também mostrou interesse em celebrar convênios de cooperação tecnicocientífica nas áreas de energia limpa – já que a Kwasu mantém um centro de estudos sobre o tema – e de agronomia, disponibilizando o intercâmbio de conhecimentos com o mestrado em horticultura irrigada do Campus III da UNEB, em Juazeiro.
Adrianna Freire: demanda imediata é o envio de professores para o ensino da língua portuguesa
A assessora especial para Cooperação Internacional (Asseci) da UNEB, Adrianna Freire, adiantou que detalhes do acordo interinstitucional serão discutidos em novos encontros a serem agendados entre as partes, mas que existe “uma demanda imediata de envio de professores leitores para o ensino da língua portuguesa na universidade nigeriana”.
A coordenação das futuras ações do acordo, que terá cinco anos de vigência, ficará sob responsabilidade do professor Wilson Mattos, diretor do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (Cepaia) da UNEB, e da professora Nancy Hanemann, da Kwasu.
A vice-diretora do Cepaia, Cláudia Rocha, que representou Wilson Mattos no encontro, colocou o centro à disposição da universidade nigeriana, lembrando que a UNEB tem forte interesse no intercâmbio de conhecimentos com os povos africanos.
A comitiva nigeriana – composta ainda pelo senador Mohammed Lafiaji, pelo embaixador da Nigéria no Brasil, Abubakar Abduljalil-Sulaiman, e funcionários da embaixada – também conheceu a infraestrutura do Campus I da UNEB, visitando o teatro, a biblioteca central e os departamentos da unidade.
Atualmente, a UNEB possui acordos de intercâmbio acadêmico e cultural com países como Argentina, Chile, Paraguai, Estados Unidos, França, Itália, Portugal, Espanha, Costa do Marfim, Moçambique, Angola e Quênia.
Victor Seabra
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
fonte: http://www.uneb.br/2011/07/29/uneb-firma-acordo-de-cooperacao-academica-com-universidade-nigeriana
às 23:32 - 02/08/2011
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